Há 8 anos
24 de jan. de 2017
Brinquedo?
Se você não sabe o que pedir para a próxima data especial, que tal esta armadura do Homem de Ferro em tamanho real e completamente funcional (pelo menos no sentido de animação de abertura e fechamento)?
2 de jan. de 2017
Vida em números - Versão 2016
Ano passado eu fiz um levantamento do que eu andava fazendo no meu tempo livre, e o resultado eu postei aqui. Bom, este ano eu fia o mesmo e o resultado é o seguinte:
Graças ao IMDB eu continuo registrando tudo o que eu assisto na TV e no cinema, e o resultado em 2016 foram 92 filmes e 361 episódios de séries de TV assistidos. Em termos de longas eu perdi em relação a 2015, mas foi por um bom motivo. A partir do segundo semestre eu iniciei um canal no YouTube onde eu explico regras de jogos de tabuleiro e ele vem tomando grande parte do meu tempo livre entre gravações e edições. Pelo menos posso dizer que foram 57 vídeos postados na Romir's Play House.
Desta forma, a resolução que tinha feito para 2016 infelizmente não conseguiu ser cumprida: consegui assistir apenas 74% da lista dos top 250 melhores filmes do ano segundo o IMDB. Agora resta continuar a tentar terminar a lista em 2016 (ainda me faltam 66 filmes meio obscuros).
Já que falei de jogos, indo para o segundo quesito graças ao BoardGameGeek onde registro tudo que faço, consegui jogar 333 partidas de 167 jogos diferentes com 185 jogadores diferentes. Isto representou um aumento de mais de 30% em relação a 2015 e este ano eu pretendo jogar mais ainda (se pensarmos que agora tenho um canal sobre isto, é perfeitamente justificável... hahahahaha...). E o campeão continuou sendo The Game (o mesmo que em 2015) com 25 partidas.
No terceiro quesito também consegui o que tinha pensado. Foram 8 livros lidos em 2016. Comparando com 2015 (quando tinha lido apenas 4) foi um aumento de 100%... hahahahaha...
Mas com a leitura ainda não estou satisfeito. Estou com pilhas de livros para serem lidas em casa e tenho que colocar eles em dia, então, em 2016, tentarei ler mais ainda.
E veremos o que 2017 me reserva...
Graças ao IMDB eu continuo registrando tudo o que eu assisto na TV e no cinema, e o resultado em 2016 foram 92 filmes e 361 episódios de séries de TV assistidos. Em termos de longas eu perdi em relação a 2015, mas foi por um bom motivo. A partir do segundo semestre eu iniciei um canal no YouTube onde eu explico regras de jogos de tabuleiro e ele vem tomando grande parte do meu tempo livre entre gravações e edições. Pelo menos posso dizer que foram 57 vídeos postados na Romir's Play House.
Desta forma, a resolução que tinha feito para 2016 infelizmente não conseguiu ser cumprida: consegui assistir apenas 74% da lista dos top 250 melhores filmes do ano segundo o IMDB. Agora resta continuar a tentar terminar a lista em 2016 (ainda me faltam 66 filmes meio obscuros).
Já que falei de jogos, indo para o segundo quesito graças ao BoardGameGeek onde registro tudo que faço, consegui jogar 333 partidas de 167 jogos diferentes com 185 jogadores diferentes. Isto representou um aumento de mais de 30% em relação a 2015 e este ano eu pretendo jogar mais ainda (se pensarmos que agora tenho um canal sobre isto, é perfeitamente justificável... hahahahaha...). E o campeão continuou sendo The Game (o mesmo que em 2015) com 25 partidas.
No terceiro quesito também consegui o que tinha pensado. Foram 8 livros lidos em 2016. Comparando com 2015 (quando tinha lido apenas 4) foi um aumento de 100%... hahahahaha...
Mas com a leitura ainda não estou satisfeito. Estou com pilhas de livros para serem lidas em casa e tenho que colocar eles em dia, então, em 2016, tentarei ler mais ainda.
E veremos o que 2017 me reserva...
1 de jan. de 2017
29 de dez. de 2016
O Hobbit
Hoje eu terminei de ler, não pela primeira vez, O Hobbit, de J. R. R. Tolkien, e que no Brasil é publicado pela Martins Fontes.
Mas o diferente é que desta vez eu li a história inteira para minha filha que, hoje, tem 5 anos e meio. Obviamente o livro foi lido em doses homeopáticas antes de ela is para a cama, e nem todos os dias, o que fez com que leitura do livro durasse praticamente o mesmo tempo que a aventura do Sr. Bolseiro, um ano de leitura.
Honestamente, quando comecei esta empreitada, a pouco mais de um ano atrás eu não tinha certeza se ela realmente iria querer continuar a ler a história até o fim ou se iria parar no meio, pois o estopim foi a festa de aniversário de 2 anos dos irmãos mais novos, cujo tema foi o Hobbit. Esta festa despertou a vontade de ela saber mais sobre Bilbo e suas aventuras e eu disse que leria para ela.
Algumas semanas ela preferiu que a mãe lesse outras coisas antes de dormir, mas ela sempre, de tempos em tempos, queria que eu continuasse a história e, embora em algumas partes, eu tivesse que reler alguns trechos que ela não lembrava-se bem e tivesse que adicionar comentários meus sobre trechos que ela não compreendia e pedia por ajuda, foi uma experiência fabulosa.
E o que eu mais gostei é que ela pareceu gostar da experiência tanto quanto eu, posto que ela já pediu o próximo livro: Harry Potter.
Quem tiver oportunidade, recomendo tentar a mesma experiência.
Mas o diferente é que desta vez eu li a história inteira para minha filha que, hoje, tem 5 anos e meio. Obviamente o livro foi lido em doses homeopáticas antes de ela is para a cama, e nem todos os dias, o que fez com que leitura do livro durasse praticamente o mesmo tempo que a aventura do Sr. Bolseiro, um ano de leitura.
Honestamente, quando comecei esta empreitada, a pouco mais de um ano atrás eu não tinha certeza se ela realmente iria querer continuar a ler a história até o fim ou se iria parar no meio, pois o estopim foi a festa de aniversário de 2 anos dos irmãos mais novos, cujo tema foi o Hobbit. Esta festa despertou a vontade de ela saber mais sobre Bilbo e suas aventuras e eu disse que leria para ela.
Algumas semanas ela preferiu que a mãe lesse outras coisas antes de dormir, mas ela sempre, de tempos em tempos, queria que eu continuasse a história e, embora em algumas partes, eu tivesse que reler alguns trechos que ela não lembrava-se bem e tivesse que adicionar comentários meus sobre trechos que ela não compreendia e pedia por ajuda, foi uma experiência fabulosa.
E o que eu mais gostei é que ela pareceu gostar da experiência tanto quanto eu, posto que ela já pediu o próximo livro: Harry Potter.
Quem tiver oportunidade, recomendo tentar a mesma experiência.
8 de dez. de 2016
Engenharia de quem não precisa montar
Estes dias, ao viajar de avião para São Paulo, me deparei com uma montagem no finger que leva aos aviões no Aeroporto Internacional Afonso Pena, cuja foto está logo abaixo.
Embora a foto não esteja fantástica (pois foi tirada rapidamente com o celular), quem já teve que fazer alguma montagem deste tipo logo encontrará um problema. O sistema tem um parafuso e porca na horizontal e uma porca na vertical, e ambas estão uma muito próxima da outra. Adicionalmente, a porca e parafuso horizontais estão muito próximos do perfil quadrado superior.
Agora muitos podem perguntar: e dai? Bom, daí que só quem teve que parafusar estas porcas e parafusos sem poder utilizar uma catraca, pois com a proximidade entre eles e o perfil superior não entra um adaptador para catraca, sabe como é trabalhoso.
Imagine que o montador teve que fazer a montagem do parafuso e da porca usando uma chave de boca que tem que ser retirada a cada, no máximo, 40graus de rotação para ser colocada novamente e girada mais 40graus. Um trabalho insano que poderia ser feito em um décimo do tempo (ou menos) se o projeto tivesse deixado espaço suficiente para utilizar uma catraca que faz com que o montador não precise soltar a chave de boca a cada poucos graus de giro.
Daí você diz: mas é só um parafuso, o que diminuir o tempo desta montagem traria de benefício? Bom, o problema é que não é um parafuso, mas todos os parafusos de todas as estruturas de sustentação de todos os fingers.
E depois a gente se pergunta porque as obras não saem no tempo planejado...
Embora a foto não esteja fantástica (pois foi tirada rapidamente com o celular), quem já teve que fazer alguma montagem deste tipo logo encontrará um problema. O sistema tem um parafuso e porca na horizontal e uma porca na vertical, e ambas estão uma muito próxima da outra. Adicionalmente, a porca e parafuso horizontais estão muito próximos do perfil quadrado superior.
Agora muitos podem perguntar: e dai? Bom, daí que só quem teve que parafusar estas porcas e parafusos sem poder utilizar uma catraca, pois com a proximidade entre eles e o perfil superior não entra um adaptador para catraca, sabe como é trabalhoso.
Imagine que o montador teve que fazer a montagem do parafuso e da porca usando uma chave de boca que tem que ser retirada a cada, no máximo, 40graus de rotação para ser colocada novamente e girada mais 40graus. Um trabalho insano que poderia ser feito em um décimo do tempo (ou menos) se o projeto tivesse deixado espaço suficiente para utilizar uma catraca que faz com que o montador não precise soltar a chave de boca a cada poucos graus de giro.
Daí você diz: mas é só um parafuso, o que diminuir o tempo desta montagem traria de benefício? Bom, o problema é que não é um parafuso, mas todos os parafusos de todas as estruturas de sustentação de todos os fingers.
E depois a gente se pergunta porque as obras não saem no tempo planejado...
6 de dez. de 2016
Tabela Periódica
Acho que não fui só eu que tive dificuldade de entender a tabela periódica que, olhando hoje em dia, é de uma beleza ímpar.
Pois foi pensando em facilitar o aprendizado dela que Keith Enevoldsen desenvolveu uma tabela periódica interativa que mostra onde os elementos são utilizados e já está inclusive atualizada com os nomes corretos dos últimos elementos extra-densos.
Para ver a tabela funcionando, vá para o site dele neste link.
Pois foi pensando em facilitar o aprendizado dela que Keith Enevoldsen desenvolveu uma tabela periódica interativa que mostra onde os elementos são utilizados e já está inclusive atualizada com os nomes corretos dos últimos elementos extra-densos.
Para ver a tabela funcionando, vá para o site dele neste link.
23 de nov. de 2016
Alternativa Oficial
Este final de semana fui ao Salão do Automóvel, em São Paulo, e estacionei meu carro no estacionamento alternativo, que fica a mais ou menos 1 Km do local do salão e tem transporte gratuito para o evento (sem contar que tem muito mais espaço).
O que achei engraçado é que o estacionamento alternativo era chamado do "Estacionamento Alternativo Oficial", que para mim soa mais ou menos como "entrada pela próxima saída".
O que achei engraçado é que o estacionamento alternativo era chamado do "Estacionamento Alternativo Oficial", que para mim soa mais ou menos como "entrada pela próxima saída".
Assinar:
Postagens (Atom)


