5 de mar. de 2016

Remakes e Originais

Se um filme deu muito certo no passado, porque não fazê-lo novamente? Se um filme não deu muito certo, mas a idéia parece interessante, porque não fazê-lo novamente? Se um filme fez muito sucesso em outro país, porque não fazê-lo novamente no nosso idioma?
Isto não necessariamente é ruim, pois muitos remakes são melhores que os originais devido a limitações que não existiram na época da refilmagem. Infelizmente muitas refilmagens deixam a desejar em relação aos originais.
Mas goste você ou não, os remakes parecem inevitáveis, e Jaume R. Lloret escolheu uma dezena de refilmagens colocando cenas clássicas de ambas as versões lado a lado.

28 de fev. de 2016

Como seria o tema de Darth Vader se ele fosse um herói?

Embora a Marcha Imperial só tenha aparecido no segundo filme da trilogia original (O Império Contra-Ataca), ela tornou-se uma icônica parte da trilogia com seus acordar bombásticos inspirando o medo daqueles que estavam por enfrentar Darth Vader.
Mas o que acontece se você alterar o tom da música?
Foi exatamente isto que o músico Ian Gordon pensou, transformando a música do vilão em uma música que caberia muito bem a um herói.
Veja só:

17 de fev. de 2016

Apple vs. FBI

Depois do recente assassinato em massa ocorrido em San Bernardino, nos E.U.A., que deixou 14 mortos, o FBI conseguiu uma solicitação judicial para que a Apple desbloqueie o iPhone do assassino, o que a Apple se negou a fazer.
E porque isto interessa tanto?
Bom, o problema é que se a Apple se sujeitar a criar um Malware para o próprio telefone, isto não ficará restrito ao âmbito de uma única investigação e, na pior das hipóteses, criará possibilidade para que qualquer um com conhecimento suficiente consiga acessar o telefone de outra pessoa. Isto abre uma porta enorme para ladrões (de celulares e de dados) que tem sua vida cada vez mais difícil graças às tecnologias de encriptação e proteção de dados cada vez menos sujeitas a violação.
E se você é um feliz proprietário de Android e deve estar pensando "pobres compradores de iPhone... ainda bem que nunca gostei mesmo desta marca...", não fique pensando que após a primeira empresa ceder as demais não terão que seguir o mesmo caminho.
Imagine a Google, a Microsoft, o Facebook e todas as demais plataformas que você utiliza disponibilizando backdoors para que o "governo" possa espiar lá dentro. Além de absurdo é uma ferramenta extremamente corruptível.
Em resposta à solicitação a Apple fez uma carta a seus consumidores, que pode ser vista aqui, a qual termina com uma emblemática frase que eu apoio:
While we believe the FBI’s intentions are good, it would be wrong for the government to force us to build a backdoor into our products. And ultimately, we fear that this demand would undermine the very freedoms and liberty our government is meant to protect.

16 de fev. de 2016

Sucateamento dos hospitais

No final de semana eu fui visitar um paciente vítima de queimaduras no Hospital Evangélico, em Curitiba, e me deparei com um retrato do sucateamento que a saúde brasileira vem passando.


Se você olhar com atenção, notará que existe um cartaz falando que é "Proibido  deixar a porta aberta.", afinal de contas, é a entrada para a unidade de transplante renal do hospital.
Curioso é que não existe porta. As dobradiças ainda podem ser encontradas no chão, mas a porta que um dia se encontrava lá, já era.

14 de fev. de 2016

Cuidado com o Lado Sombrio da Força!

Hoje terminei um dos meus presentes de aniversário: Cuidado com o Lado Sombrio da Força!, adaptação do episódio VI de Guerra nas Estrelas (O Retorno de Jedi) feito por Tom Angleberger e publicado no Brasil pela Seguinte.
A adaptação foi extremamente bem feita, contando com detalhes que, às vezes, passam despercebidos por quem assiste ao filme. É tão bem feita que se você conhece bem o filme, pode claramente imaginar as vozes originais (e até a dos dubladores) falando enquanto você está lendo. Além disto ele possui diversas observações interessantes do próprio autor, sobre opiniões e pontos específicos da saga.
A história, para os poucos que nunca ouviram falar, conta como os rebeldes apostam tudo em um plano quase impossível para por fim ao perverso imperador, tentando desesperadamente restaurar a paz na galáxia.
Para que seu plano dê certo eles terão que enfrentar os mais bem treinados soldados do império e ainda contar com a sorte, ao mesmo tempo que outra batalha será travada em Luke Skywalker e seu pai, hoje o perverso Darth Vader, que quer convertê-lo para o lado negro da força.
O único senão para o livro é que ele poderia ter sido escrito em um terço do espaço, pois a tipografia e espaçamento utilizados parecem ter sido feitos de modo a que o livro ocupe mais espaço.

11 de fev. de 2016

Das Buch der Sith

Hoje terminei de ler Das Buch der Sith, publicado em alemão pela Oetinger e que tem uma versão em português.
O livro, escrito por Daniel Wallace, se faz passar por um apanhado de textos do lado negro da força de Star Wars, compilado pelo Imperador Palpatine ao longo de sua ascensão ao trono. Ele junta peças que vão desde a guerra dos Sith, passando pela introdução da regra dos dois e até mesmo um texto compilado pelo próprio imperador após a fundação do império.
Embora o resultado seja bem interessante, principalmente pelas observações rabiscadas nos rodapés feitas por Luke Skywalker, o próprio imperador, Vader e outros personagens importantes da saga Star Wars, muitos textos são estranhamente escritos, fazendo que com seja um livro ligeiramente pior do que o Manual do Jedi (livro gêmeo do lado claro da força).
Mas o que realmente deixa o livro um pouco fora de contexto hoje é que muito do que aparece nele não é mais considerado cannon: após a aquisição da legenda Star Wars pela Disney, muito do material previamente publicado foi cinsiderado Legend, ou seja, não fazem mais parte da saga oficial. Como o livro e muitos de seus comentários provém do universo expandido, muita coisa nele agora é legend, embora outras sejam claramente cannon, e a diferenciação entre ambos é muito difícil.
Mas mesmo com esta desvantagem em mente o livro ainda é uma fonte interessante de informação (e ainda podemos esperar algum dia uma revisão do mesmo... hehehehehehehe...)

8 de fev. de 2016

Finalmente existem Barbies normais (pelo menos um pouco)

Após quase 60 anos em que o ícone das garotas e padrão de beleza Barbie ficou praticamente inalterado, a Mattel resolveu criar novos modelos de Barbie, refletindo padrões de beleza mais modernos e a aceitação que grande parte das pessoas passaram a ter de seu próprio corpo e de suas limitações.
Levou um bom tempo até eles perceberem que o padrão absurdo de medidas corporais impossíveis e incompatíveis com a vida e a realidade estava ultrapassado (pelo menos 20 anos na minha opinião), mas finalmente já estão vendendo os 3 novos modelos: baixinha, alta e curvilínea, e em diferentes raças. Se você quiser uma para sua filha, você pode encontrar no site da Mattel a que melhor se adaptar à sua realidade.
Parece que a indústria de brinquedos está enfim dando um passo certo na direção da inclusão.