Há 8 anos
17 de mai. de 2011
15 de mai. de 2011
World RPG Fest e Ouro de Tolo
Como anunciei em um post anterior, este final de semana rolou a Curitiba Lúdica, como parte do World RPG Fest em Curitiba, que contou com a presença de Steve Jackson, criador do sistema G.U.R.P.S. de RPG além de uma série de jogos de tabuleiro e carta como Munchkin, do qual também já falei anteriormente no blog.
O evento foi muito legal e a participação dos jogos de tabuleiro também, contando com a vinda do Tiago, da Ceilikan Jogos, uma editora de jogos nacional que já publicou até Samurai, um jogo do premiadissimo Reiner Knizia.
Lá eu tive oportunidade de jogar Ouro de Tolo, de autoria de André Zatz e Sérgio Halaban, uma dupla de autores brasileiros que já chegaram a publicar pelo menos 2 jogos na Alemanha.
Ouro de Tolo é um party game para até 6 jogadores, no qual cada um e um mineiro tentando a sorte na prospecção de pedras preciosas. Rodada a rodada, cada jogador tem a opção entre pegar uma pedra preciosa de um saco, sem saber o que vai tirar, usar uma carta de ação ou sair da mina e converter as pedras preciosas encontradas em dinheiro (que é o critério de vitória do jogo). O grande problema é que o jogador pode pegar um "ouro de tolo" (pedra preta) do saco e, se ele acumular 2 destas pedras, ele sai da mina sem nada.
O grande lance é saber conter a ganância e acumular pedras na hora certa, com o uso inteligente das cartas de ação, que empurram ouro de tolo para seus oponentes, entre outras coisas.
Um excelente jogo para divertir um pequeno grupo, valendo mais ainda pela iniciativa da produção nacional.
Dica: o jogo pode ser comprado diretamente no site de Celikan.
O evento foi muito legal e a participação dos jogos de tabuleiro também, contando com a vinda do Tiago, da Ceilikan Jogos, uma editora de jogos nacional que já publicou até Samurai, um jogo do premiadissimo Reiner Knizia.
Lá eu tive oportunidade de jogar Ouro de Tolo, de autoria de André Zatz e Sérgio Halaban, uma dupla de autores brasileiros que já chegaram a publicar pelo menos 2 jogos na Alemanha.
Ouro de Tolo é um party game para até 6 jogadores, no qual cada um e um mineiro tentando a sorte na prospecção de pedras preciosas. Rodada a rodada, cada jogador tem a opção entre pegar uma pedra preciosa de um saco, sem saber o que vai tirar, usar uma carta de ação ou sair da mina e converter as pedras preciosas encontradas em dinheiro (que é o critério de vitória do jogo). O grande problema é que o jogador pode pegar um "ouro de tolo" (pedra preta) do saco e, se ele acumular 2 destas pedras, ele sai da mina sem nada.
O grande lance é saber conter a ganância e acumular pedras na hora certa, com o uso inteligente das cartas de ação, que empurram ouro de tolo para seus oponentes, entre outras coisas.
Um excelente jogo para divertir um pequeno grupo, valendo mais ainda pela iniciativa da produção nacional.
Dica: o jogo pode ser comprado diretamente no site de Celikan.
11 de mai. de 2011
Micro$oft e Skype
Hoje fiquei sabendo que a nossa querida Micro$oft comprou a Skype pela bagatela de 8,5 bilhões.
A verdade é que o Skype já estava na alça de mira não apenas na Micro$oft, mas também do Google e, quem diria, até mesmo do Facebook (o que diabos ele iria fazer com o Skype só Deus sabe...), mas a empresa do Bill acabou sendo mais rápida na compra de uma das plataformas de VoIP mais conhecidas do mundo.
Com isto a Google caiu do cavalo e vai ter que bailar para tirar seu Google Voice do chão (e a gente sabe que a Google não é infalível, o Wave está aí para comprovar isto...), e a Micro$oft vai poder integrar todo seu sistema operacional com o Skype, como já vinha fazendo com o Messenger após ele ter desbancado o saudoso ICQ (vejam que eu ainda tenho meu número de ICQ na barra lateral... hehehehehehe...).
A Micro$oft garantiu que as plataformas já utilizadas pelo ICQ continuarão da mesma forma, o que, pelo menos, é um alento para os inúmeros usuários de OSx, iOS e Android, e, no fim das contas, acho que os usuários saem ganhando (desde que as regras do jogo não mudem no meio do caminho, mas isto só o tempo dirá).
A verdade é que o Skype já estava na alça de mira não apenas na Micro$oft, mas também do Google e, quem diria, até mesmo do Facebook (o que diabos ele iria fazer com o Skype só Deus sabe...), mas a empresa do Bill acabou sendo mais rápida na compra de uma das plataformas de VoIP mais conhecidas do mundo.
Com isto a Google caiu do cavalo e vai ter que bailar para tirar seu Google Voice do chão (e a gente sabe que a Google não é infalível, o Wave está aí para comprovar isto...), e a Micro$oft vai poder integrar todo seu sistema operacional com o Skype, como já vinha fazendo com o Messenger após ele ter desbancado o saudoso ICQ (vejam que eu ainda tenho meu número de ICQ na barra lateral... hehehehehehe...).
A Micro$oft garantiu que as plataformas já utilizadas pelo ICQ continuarão da mesma forma, o que, pelo menos, é um alento para os inúmeros usuários de OSx, iOS e Android, e, no fim das contas, acho que os usuários saem ganhando (desde que as regras do jogo não mudem no meio do caminho, mas isto só o tempo dirá).
7 de mai. de 2011
Mais manuais em português
Como eu escrevi alguns posts atrás, voltei a traduzir manuais para português, e estou usando este post para atualizar a lista de arquivos disponíveis no BoardGameGeek:
- Queen's Necklace
- Der Fliegende Holländer
- Einfach Tierisch (High Society)
- Elfenland
- Euphrat und Tigris
- Funkenschlag (Power Grid)
- Funkenschlag - Flux-Generator
- Funkenschlag - Umspannwerk
- Funkenschlag - Lagerhalle
- Funkenschlag: Theme Park
- Funkenschlag: Neue Kraftwerkskarten
- Funkenschlag: France / Italy
- Gnadenlos!
- Goldland
- Guillotine
- Inkognito
- Intrigue
- La Città
- Ligretto
- Modern Art
- Nicht die Bohne
- Ohne Furcht und Adel (Citadels)
- Pueblo
- Puerto Rico
- Show Manager
Quando fizer mais uma quantidade, eu atualizo a lista.
4 de mai. de 2011
Manila
Agora que minha filha nasceu as jogatinas toda a semana ficaram para trás (pelo menos até ela completar 2 meses para poder chamar mais do que um casal por vez...), mas isto não impede que, de vez em quando, algum amigo venha jogar algum coisa a noite comigo.
Ontem eu, o Joel e a Dani jogamos Manila, de Franz-Benno Delonge (o mesmo que fez, por exempo, Container, que eu já comentei no Blog, Goldbräu e Transamerica), publicado pela Zoch em uma belíssima edição (os moedas são moedas de verdade e não moedas em cartão e os barcos são realmente barcos) como já é costume dos demais jogos dela.
Em Manila cada jogador é um investidor no transporte de 4 tipos de mercadorias rio acima. Contando com um capital inicial de 30 moedas, a primeira fase de cada rodada é um leilão para decidir quem será o dono do porto. O dono do porto possui algumas funções especiais (afinal ele pagou por isto), entre as quais, escolher quais mercadorias serão transportadas na rodada (apenas 3 das 4 são transportadas por rodada), além de escolher a posição inicial dos 3 barcos (alguns podem ser colocados mais próximos do destino do que outros).
Após o dono do porto ter efetuado suas escolhas, os jogadores pagam para colocar seus funcionários nas diversas posições ao longo do trajeto, todas com riscos e benefícios. Por exemplo, o jogador pode escolher colocar um de seus funcionários em um dos três barcos. Se este barco chegar ao porto, entao ele recebe dinheiro pela entrega das mercadorias, mas se este barco não chegar ao porto, ele não recebe nada.
Após cada jogador colocar um de seus funcionários, o dono do porto rola um dado de 6 lados para cada um dos barcos e o movimenta rio acima.
Este procedimento de colocação de funcionários e rolagem de dados é repetido três vezes e então os lucros ou prejuízos de cada funcionário colocado pelos jogadores é computado.
O critério de término do jogo é dado quando uma determinada mercadoria foi entregue 5 vezes. ganha o jogo quem tiver mais dinheiro no final.
Este é um family game, mas com alguns bons componentes de estratégia e sorte. Com uma partida durante não mais do que uma hora e meia é um jogo bem divertido.
Um detalhe importante: em 3 jogadores o jogo pode ficar rapidamente bem desbalanceado (devido, por exemplo, a uma jogada realmente de sorte de 1 dos três jogadores). A partir de 4 jogadores este desbalanceamento torna-se bem mais difícil de acontecer.
Ontem eu, o Joel e a Dani jogamos Manila, de Franz-Benno Delonge (o mesmo que fez, por exempo, Container, que eu já comentei no Blog, Goldbräu e Transamerica), publicado pela Zoch em uma belíssima edição (os moedas são moedas de verdade e não moedas em cartão e os barcos são realmente barcos) como já é costume dos demais jogos dela.
Em Manila cada jogador é um investidor no transporte de 4 tipos de mercadorias rio acima. Contando com um capital inicial de 30 moedas, a primeira fase de cada rodada é um leilão para decidir quem será o dono do porto. O dono do porto possui algumas funções especiais (afinal ele pagou por isto), entre as quais, escolher quais mercadorias serão transportadas na rodada (apenas 3 das 4 são transportadas por rodada), além de escolher a posição inicial dos 3 barcos (alguns podem ser colocados mais próximos do destino do que outros).
Após o dono do porto ter efetuado suas escolhas, os jogadores pagam para colocar seus funcionários nas diversas posições ao longo do trajeto, todas com riscos e benefícios. Por exemplo, o jogador pode escolher colocar um de seus funcionários em um dos três barcos. Se este barco chegar ao porto, entao ele recebe dinheiro pela entrega das mercadorias, mas se este barco não chegar ao porto, ele não recebe nada.
Após cada jogador colocar um de seus funcionários, o dono do porto rola um dado de 6 lados para cada um dos barcos e o movimenta rio acima.
Este procedimento de colocação de funcionários e rolagem de dados é repetido três vezes e então os lucros ou prejuízos de cada funcionário colocado pelos jogadores é computado.
O critério de término do jogo é dado quando uma determinada mercadoria foi entregue 5 vezes. ganha o jogo quem tiver mais dinheiro no final.
Este é um family game, mas com alguns bons componentes de estratégia e sorte. Com uma partida durante não mais do que uma hora e meia é um jogo bem divertido.
Um detalhe importante: em 3 jogadores o jogo pode ficar rapidamente bem desbalanceado (devido, por exemplo, a uma jogada realmente de sorte de 1 dos três jogadores). A partir de 4 jogadores este desbalanceamento torna-se bem mais difícil de acontecer.
2 de mai. de 2011
Sandman - Edição Definitiva - Volume 2
Terminei de ler Sandman - Edição Definitiva - Volume 2, que reúne as publicações de da revista mensal do Sandman 21 ao 39, escritas por Neil Gaiman, um de meus autores favoritos (exceto a parte de contos dele, que não são lá grande coisa).
Esta coletânea possui dois arcos completos da narrativa de Sandman, Estação das Brumas e Um Jogo de Você, ambas importantes para as histórias de Sandman que se seguirão (espero que o pessoal da Panini Books continue publicando as próximas edições definitivas).
Nestas histórias Gaiman consolida a mitologia espetacularmente criada nas histórias contantes no Volume 1, o que cativou uma série de novos leitores de quadrinhos.
Só para avisar, Sandman não é para qualquer um. Cenas grotescas e bizarras são mostradas como lugar comum e o que muitos poderiam tratar com preconceito acontece corriqueiramente nas histórias de Sandman. Leia por sua própria conta e risto.
De qualquer modo, para aqueles que gostaram do primeiro volume, este vale muito a pena (incluido os materiais inéditos)...
Esta coletânea possui dois arcos completos da narrativa de Sandman, Estação das Brumas e Um Jogo de Você, ambas importantes para as histórias de Sandman que se seguirão (espero que o pessoal da Panini Books continue publicando as próximas edições definitivas).
Nestas histórias Gaiman consolida a mitologia espetacularmente criada nas histórias contantes no Volume 1, o que cativou uma série de novos leitores de quadrinhos.
Só para avisar, Sandman não é para qualquer um. Cenas grotescas e bizarras são mostradas como lugar comum e o que muitos poderiam tratar com preconceito acontece corriqueiramente nas histórias de Sandman. Leia por sua própria conta e risto.
De qualquer modo, para aqueles que gostaram do primeiro volume, este vale muito a pena (incluido os materiais inéditos)...
1 de mai. de 2011
World RPG Fest com Curitiba Lúdica
Dia 14 e 15 de maio Curitiba vai sediar o World RPG Fest, encontro de grande porte para jogadores de RPG (Role Playing Game) no Centro de Convenções de Curitiba, incluindo mesas de jogos durante os dois dias do evento e, até mesmo, uma palestra com Steve Jackson, criador de um dos meus sistemas de RPG favoritos, o GURPS (com certeza eu já falei dele antes neste blog...).
E junto com a World RPG Fest, haverá um espaço específico para jogos de tabuleiro, onde será realizada em paralelo a III Curitiba Lúdica, evento de jogos de tabuleiro organizado pela Confraria Lúdica. Eu estarei lá ajudando a ensinar jogos para os participantes de World RPG Fest e jogando com os amigos que fiz na última edição da Curitiba Lúdica.
Quem puder participar, não vai se decepcionar...
E junto com a World RPG Fest, haverá um espaço específico para jogos de tabuleiro, onde será realizada em paralelo a III Curitiba Lúdica, evento de jogos de tabuleiro organizado pela Confraria Lúdica. Eu estarei lá ajudando a ensinar jogos para os participantes de World RPG Fest e jogando com os amigos que fiz na última edição da Curitiba Lúdica.
Quem puder participar, não vai se decepcionar...
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