4 de mai de 2017

Hoje terminei de ler Messias de Duna, de Frank Herbert, segundo livro da grande saga de Duna que hoje é publicado no Brasil pela Aleph.
Doze anos após Paul tomar o poder de Duna, sua quase divindade está praticamente consolidada e ele já controla grande parte do universo conhecido, mas isto não impede um grupo de aliados incomuns de tentarem perpetrar um plano para eliminar Paul e sua irmã Aria, reassumindo o poder.
Mesmo com o poder da presciência Paul não consegue ver o que está por vir e seu destino está por um fio quando a teia de intrigas começa a se fechar ao seu redor e ao redor dos que ele ama.
Agora ele terá que tomar decisões extremamente dolorosas que afetarão todas as gerações por vir e levarão o universo ao seu destino final.
Como narrativa, Frank expande seu universo, contando mais sobre as raças e políticas de Duna e os demais planetas, mas como história, perde um pouco para o primeiro livro, que surpreendia pela narrativa empolgante e surpresas avassaladoras a cada página virada. Espero que esta diminuição no ritmo sirva apenas como trampolim para o próximo livro que tentarei ler na sequencia.

25 de abr de 2017

Porque teorias da conspiração são tão convincentes?

Eu havia feito um post a algum tempo sobre como nosso cérebro pode nos enganar quando tratamos de cognição (para ver o post original, clique aqui), principalmente porque as pessoas que jogavam comigo viviam achando padrões absurdos devido a vieses que nossos cérebros foram preparados para criarem automaticamente.
Hoje eu ví um vídeo do pessoal do Lifehacker que frisa exatamente sobre este assunto, focando nos motivos de porque as teorias da conspiração nos parecem tão fascinantes.
Achei o resultado do vídeo tão bom que resolvi colocar ele aqui.

17 de abr de 2017

Desculpa

Pois é... preciso pedir desculpa aos parcos seguidores do meu blog que, nos últimos tempos, anda criando teias de aranha.
Entre dividir minha atenção com a família, meu canal no YouTube, o Romir's Play House, as jogatinas e, claro, meu trabalho diário, o meu tempo (por mais que meus amigos achem o contrário) tem sumido muito mais rápido do que eu gostaria de admitir, e algumas coisas que sempre gostei de fazer eu acabei deixando para trás.
Mesmo com alguns assuntos interessantes a serem postados ou mesmo algumas piadas prontas, acabei deixando para depois e o depois, dependendo do que iria escrever, já não fazia mais sentido e acabava deixando para nunca, e nesta balada já se passaram 3 meses sem nenhuma postagem nova ou mesmo atualização do Zorn's World.
Bom, não sei se conseguirei cumprir ou não, mas vou realmente tentar me manter um escritor um pouco mais frequente do que fui nos últimos meses.

24 de jan de 2017

Brinquedo?

Se você não sabe o que pedir para a próxima data especial, que tal esta armadura do Homem de Ferro em tamanho real e completamente funcional (pelo menos no sentido de animação de abertura e fechamento)?

2 de jan de 2017

Vida em números - Versão 2016

Ano passado eu fiz um levantamento do que eu andava fazendo no meu tempo livre, e o resultado eu postei aqui. Bom, este ano eu fia o mesmo e o resultado é o seguinte:
Graças ao IMDB eu continuo registrando tudo o que eu assisto na TV e no cinema, e o resultado em 2016 foram 92 filmes e 361 episódios de séries de TV assistidos. Em termos de longas eu perdi em relação a 2015, mas foi por um bom motivo. A partir do segundo semestre eu iniciei um canal no YouTube onde eu explico regras de jogos de tabuleiro e ele vem tomando grande parte do meu tempo livre entre gravações e edições. Pelo menos posso dizer que foram 57 vídeos postados na Romir's Play House.
Desta forma, a resolução que tinha feito para 2016 infelizmente não conseguiu ser cumprida: consegui assistir apenas 74% da lista dos top 250 melhores filmes do ano segundo o IMDB. Agora resta continuar a tentar terminar a lista em 2016 (ainda me faltam 66 filmes meio obscuros).
Já que falei de jogos, indo para o segundo quesito graças ao BoardGameGeek onde registro tudo que faço, consegui jogar 333 partidas de 167 jogos diferentes com 185 jogadores diferentes. Isto representou um aumento de mais de 30% em relação a 2015 e este ano eu pretendo jogar mais ainda (se pensarmos que agora tenho um canal sobre isto, é perfeitamente justificável... hahahahaha...). E o campeão continuou sendo The Game (o mesmo que em 2015) com 25 partidas.
No terceiro quesito também consegui o que tinha pensado. Foram 8 livros lidos em 2016. Comparando com 2015 (quando tinha lido apenas 4) foi um aumento de 100%... hahahahaha...
Mas com a leitura ainda não estou satisfeito. Estou com pilhas de livros para serem lidas em casa e tenho que colocar eles em dia, então, em 2016, tentarei ler mais ainda.

E veremos o que 2017 me reserva...

29 de dez de 2016

O Hobbit

Hoje eu terminei de ler, não pela primeira vez, O Hobbit, de J. R. R. Tolkien, e que no Brasil é publicado pela Martins Fontes.
Mas o diferente é que desta vez eu li a história inteira para minha filha que, hoje, tem 5 anos e meio. Obviamente o livro foi lido em doses homeopáticas antes de ela is para a cama, e nem todos os dias, o que fez com que leitura do livro durasse praticamente o mesmo tempo que a aventura do Sr. Bolseiro, um ano de leitura.
Honestamente, quando comecei esta empreitada, a pouco mais de um ano atrás eu não tinha certeza se ela realmente iria querer continuar a ler a história até o fim ou se iria parar no meio, pois o estopim foi a festa de aniversário de 2 anos dos irmãos mais novos, cujo tema foi o Hobbit. Esta festa despertou a vontade de ela saber mais sobre Bilbo e suas aventuras e eu disse que leria para ela.
Algumas semanas ela preferiu que a mãe lesse outras coisas antes de dormir, mas ela sempre, de tempos em tempos, queria que eu continuasse a história e, embora em algumas partes, eu tivesse que reler alguns trechos que ela não lembrava-se bem e tivesse que adicionar comentários meus sobre trechos que ela não compreendia e pedia por ajuda, foi uma experiência fabulosa.
E o que eu mais gostei é que ela pareceu gostar da experiência tanto quanto eu, posto que ela já pediu o próximo livro: Harry Potter.
Quem tiver oportunidade, recomendo tentar a mesma experiência.